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kaique e a Turma

Inglês: Kaique and the Group.

Francês: Kaique et le Group.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

COPA DO MUNDO DE FUTEBOL : 1982.

A Itália sobreviveu à primeira etapa graças à diferença de gols e, mais tarde, ganharia o torneio pela terceira vez, depois de vencer uma criativa seleção brasileira em uma surpreendente partida na segunda fase. Zico, Sócrates, Falcão e Eder não paravam de atacar e o Brasil pagou por isso ao perder por 3 a 2 em um jogo em que Paolo Rossi fez os três gols. A Itália chegou à final e derrotou a Alemanha por 3 a 1. Rossi foi o artilheiro com 6 gols. Depois de um turbulento início no torneio, os italianos recuperaram a forma, graças ao artilheiro Paolo Rossi que estava melhor do que nunca, para conquistar sua terceira Copa do Mundo da FIFA. Mas essa edição do campeonato também é lembrada por dois jogos que entraram para a história do futebol: Brasil X Itália e, acima de tudo, a semifinal entre França e Alemanha. Nunca uma nação teve tanto tempo para preparar um mundial. A FIFA escolheu a Espanha para ser a anfitriã da décima segunda Copa do Mundo, na qual participaram 24 equipes em vez das 16 da edição anterior. De acordo com as novas regras, treze equipes se classificariam da Europa, três da América do Sul, duas da África, duas da Ásia/Oceania, duas da CONCACAF (América do Norte e Central) e a lista seria completada com a Espanha, país-sede, e a Argentina, campeã do momento da Copa do Mundo da FIFA. Além disso, também houve algumas modificações na organização do torneio. O novo formato incluía três fases distintas: a primeira fase com seis grupos de quatro equipes das quais as duas primeiras se classificavam para a próxima fase; a segunda fase com quatro grupos de três equipes das quais a primeira de cada grupo passava, finalmente, para as semifinais e a final. No dia 16 de junho, o estádio El Molinon em Gijon foi o palco de uma dos maiores desacordos de todos os tempos: a desconhecida Argélia, recém chegada, ganhava da Alemanhas.Os argelinos não puderam evitar que o alemães empatassem, mas, ao invés de desmoronar, arrancaram forças da fraqueza e venceram por 2 a 1. O gol de Belloumi deu à equipe africana uma merecida vitória sobre a bicampeã do mundo. Em uma Copa do Mundo, não há limite de idade. Aos 17 anos e 42 dias, Norman Whiteside, da Irlanda do Norte, fez sua estréia no torneio no jogo contra a Iuguslávia, em Zaragoza, e continua sendo o jogador mais jovem que já particiou desse acontecimento. Do lado oposto, a lenda do futebol da república dos camarões, Roger Milla, jogou contra a Rússia no torneio de 1994, quando tinha 42 anos e 39 dias de idade, quase um quarto de século a mais do que Whiteside. Vitórias devastadoras não são muito comuns, e pode-se pensar que as maiores vitórias fazem parte do passado. Mas não é bem assim: o recorde data de 1982, quando a Hungria vence El Salvador por 10 a 1. Os húngaros batiam assim seu próprio recorde de 9 a 0, contra a Coréia em 1954 e igualado apenas pelo 9 a 0 da Iugoslávia contra o Zaire, em 1974. Embora 24 seleções agora chegassem às finais, a Holanda (vice-campeã em 1974 e 1978) não se classificou. Os holandeses foram eliminados pela impressionante equipe francesa, treinada por Michel Hidalgo, a qual, por sua vez, só passou para a segunda fase com muita dificuldade. Outras duas seleções favoritas para ganhar o título também tiveram problemas para passar da primeira fase: a Alemanha Ocidental (que tinha perdido por 2 a 1 da Argélia) seguiu em frente após vencer seus vizinhos austríacos; os italianos só deixaram Camarões para trás devido à diferença de gols. No entanto, após um começo turbulento, França, Alemanha e Itália se recuperaram, ganhando todas as partidas da segunda fase, enquanto a Inglaterra e o Brasil afundaram (os brasileiros foram eliminados pelos italianos em um jogo inesquecível). Na primeira semifinal, a Itália (graças a dois gols do renovado Paolo Rossi) mostrou que era muito superior à Polônia em um jogo que só teve um dono. Na outra semifinal, entretanto, a história foi totalmente diferente. Esse emocionante, mas cruel, jogo se tornou um dos mais comentados de todos os tempos e o mais lamentado pelos franceses. Os alemães saíram à frente devido a Littbarski, mas Platini empatou para a França com um pênalti. Na prorrogação, os Bleus ganhavam por 3 a 1, mas a Alemanha se recuperou, empatou e acabou vencendo em uma disputa de pênaltis. A talentosa Squadra Azzurra derrotou a Alemanha sem dificuldades na final (3 a 1), ajudada por outro gol do herói Paolo Rossi. Dino Zoff, o capitão italiano de 40 anos, recebeu a taça da Copa do Mundo da FIFA das mãos do Rei da Espanha, Juan Carlos. Assim, a Itália se tornou, depois do Brasil, o segundo país a conquistar três mundiais.
Publicado em: 22 maio, 2006

REFERÊNCIA:

http://pt.shvoong.com/books/241365-copa-mundo-1982/#ixzz1VVLGoCJl

COPA DO MUNDO DE FUTEBOL: 1978.





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Inicial » Dossiês » História das Copas do Mundo de futebol » Copa do Mundo de 1978 na Argentina

Copa do Mundo de 1978 na Argentina
Veja os detalhes da Copa do Mundo de futebol de 1978. O mundial de futebol de 1978 foi realizado na Argentina.




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O resultado da Copa do Mundo da Argentina foi semelhante à Copa de 1966, a seleção anfitriã foi campeã com suspeitas de favorecimento ilícito. A Argentina era forte nos torneios americanos e seus clubes eram campeões, mas ainda não tinha vencido uma Copa do Mundo. A conquista da Copa em casa serviria para o povo esquecer a repressão da ditadura militar.

Várias entidades protestaram para que a Copa fosse transferida para um país que respeitasse os direitos humanos.

Novamente as semifinais foram disputadas em dois grupos de quatro seleções, apenas uma se classificava para a final. Esta fórmula fez a seleção alemã campeã em 1974 e a seleção argentina em 1978. Anfitriãs e campeãs.

Na semifinal Brasil e Argentina estavam no mesmo grupo. Os argentinos foram favorecidos na última rodada. Jogaram depois dos brasileiros. Sabendo o resultado bastava fazer quatro gols de diferença no Peru para chegar as finais. A tarefa foi facilitada pelo goleiro Quiroga. O argentino naturalizado peruano levou seis gols e acusações de ter recebido propina. A torcida peruana, indignada com o comportamento de sua seleção, que até então tinha feito uma boa campanha, tentou agredir os seus jogadores no aeroporto de Lima.

O técnico Cláudio Coutinho apareceu com um consolo de "campeão moral" para a equipe. Apesar de o Brasil não ter perdido nenhum jogo na Copa ficou apenas com o terceiro lugar. A Argentina foi campeã vencendo a Holanda na final. Pela segunda vez consecutivo o Carrossel Holandês morreu na praia.

Uma tentativa de diminuir a indignação contra os favorecimentos da arbitragem, acusação de doping da seleção argentina e o jogo entregue pelos peruanos. O presidente da FIFA achou tudo normal, mas a partir da Copa seguinte os jogos decisivos de um mesmo grupo seriam realizados no mesmo horário.

Os europeus também pecam na organização. Em 78, os franceses jogaram de verde porque esqueceram o uniforme.

1978 - Copa do Mundo da Argentina
Seleções participantes: 16
Alemanha Ocidental | Argentina | Áustria | Brasil | Escócia | Espanha | França | Holanda | Hungria | Irã | Itália | México | Peru | Polônia | Tunísia | Suécia

Seleções estreantes: 2 (13%) - Irã e Tunísia

Eliminatórias: 106 seleções
Classificados automaticamente: Alemanha Ocidental (último campeão) e Argentina (país-sede)
Sede: Argentina
Campeão: Argentina - 1º título
Jogos: 38
Gols: 102
Média de gols: 2,68
Público: 1.610.215
Média de público: 42.374
Artilheiros: Mario Kempes (Argentina) - 6 gols

Pôster, Logo e Mascotes da Copa do Mundo de 1978 na Argentina
Pôster
Pôster da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA
Pôster da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA

Logomarca
Logo da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA
Logo da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA

Mascote
Gauchito, o Mascote da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA
Gauchito, o Mascote da Copa do Mundo de 1978 na Argentina - 11ª Copa do Mundo FIFA

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Conheça todos os Mascotes das Copas do Mundo

Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Seleções
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Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Sistema de disputa
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Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Primeira Fase
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Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Semi-finais
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Berlim, capital da Alemanha - Sede da Copa do Mundo de 2010 Como se escolhe um país para ser sede da Copa do Mundo?
Como se escolhe um país para ser sede da Copa do Mundo? Para sediar uma Copa o país interessado deve se candidatar ao cargo. Atualmente os 24 membros do Comitê Executivo da FIFA analisarão as condições (infra-estrutura, estádios, segurança, turismo, etc.) para avaliar se o país tem condições de sediar o evento. Os países candidatos com condições de sediar a Copa do Mundo participam...
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Como se escolhe um país para ser sede da Copa do Mundo?




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Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Final
Argentina 3 x 1 Holanda

Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Ficha da Final
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O Brasil na Copa de 1978 na Argentina: 3º lugar
7 jogos | 4 vitórias e 3 empates | 10 gols a favor e 3 gols sofridos | saldo de gols +7.

Ficha dos jogos do Brasil na Copa do Mundo de 1978 na Argentina
Primeira fase, Grupo 3
3/junho/1978
Brasil 1 x 1 Suécia
Local: Mar del Plata
Árbitro: Clive Thomas (País de Gales)
Gols: Sjoberg 36, Reinaldo 45 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo (Dirceu), Zico, Rivelino; Gil (Nelinho), Reinaldo.
SUÉCIA: Hellstrom; Borg, Roy Andersson, Nordqvist, Erlandsson; Tapper, Linderoth, Bo Larsson, Lennart Larsson (Edstrom); Sjoberg, Wendt.

7/junho/1978
Brasil 0 x 0 Espanha
Local: Mar del Plata
Árbitro: Sergio Gonella (Itália)
BRASIL: Leão; Nelinho (Gil), Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo, Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Toninho, Reinaldo.
ESPANHA: Miguel Angel; Perez, Migueli (Biosca), Olmo, Uria (Guzmán); San José, Leal, Asensi, Juanito; Santillana, Cardeñosa.

11/junho/1978
Brasil 1 x 0 Áustria
Local: Mar del Plata
Árbitro: Robert Wurtz (França)
Gol: Roberto 40 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ÁUSTRIA: Koncilia; Sara, Pezzey, Obermeyer, Breitenberger; Prohaska, Hickersberger (weber), Kreuz, Krieger (Happich); Krankl, Jara.

Segunda fase, Grupo B
14/junho/1978
Brasil 3 x 0 Peru
Local: Mendoza
Árbitro: Nicolae Rainea (Romênia)
Gols: Dirceu 14 e 27 do 1º tempo; Zico(pen.) 27 do 2º
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Zico), Roberto.
PERU: Quiroga; Duarte, Manzo, Chumpitaz, Diaz (Navarro); Velásquez, Cueto, Cubillas; Muñante, La Rosa, Oblitas (Percy Rojas).

18/junho/1978
Brasil 0 x 0 Argentina
Local: Rosário
Árbitro: Karoly Palotai (Hungria)
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto (Edinho); Batista, Chicão, Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ARGENTINA: Fillol; Olguin, Galván, Passarella, Tarantini; Gallego, Ardiles (Villa), Kempes; Bertoni, Luque, Ortiz (Alonso).

21/junho/1978
Brasil 3 x 1 Polônia
Local: Mendoza
Árbitro: Juan Silvagno (Chile)
Gols: Nelinho 11, Lato 44 do 1º tempo; Roberto 12 e 17 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Toninho; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Gil, Roberto.
POLÔNIA: Kukla; Maculewicz, Gorgon, Zmuda, Szymanowsky; Nawalka, Deyna, Kasperczak (Lubanski), Boniek; Lato, Szarmach.

Disputa do terceiro lugar - 24/junho/1978
Brasil 2 x 1 Itália
Local: Estádio Monumental de Nuñez (Buenos Aires)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gols: Causio 38 do 1º tempo; Nelinho 19, Dirceu 25 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Reinaldo), Roberto.
ITÁLIA: Zoff; Gentile, Cuccuredu, Scirea, Cabrini; Maldera, Antognoni (Claudio Sala), Patrizio Sala; Causio, Rossi, Bettega.

Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Artilheiros
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REFERÊNCIA:
http://www.duplipensar.net/dossies/historia-das-copas-do-mundo/1978-copa-da-argentina.html